Processando...

PROGRAMA ARTE ESTRUTURADA E ARTESÃO CIDADÃO

Estes programas aconteceram em paralelo, durante os anos de 2003 até 2009, quando tentávamos trabalhar o artesão enquanto grupo.

Dizíamos que a organização era um tamborete de três pernas – uma o individuo (artesão), outra o produto e outra o grupo.

Dizíamos que se faltasse uma perna, o tamborete caia.

Em tese, funcionava, mas na hora de trabalhar o grupo era muito difícil – e é até hoje.

Mas de qualquer forma com o apoio do Ministério do Trabalho, do Sebrae, da Fundação Banco do Brasil, levamos o conhecimento a milhares de artesãos mineiros, que assim melhoraram o desenvolvimento de seus produtos e suas oficinas.

Mas é muito difícil trabalhar e tentar atender todos. Em Minas Gerais, projeta-se que existam mais de 500.000 artesãos e produtores artesanais.

O Artesão Cidadão era uma valorização do produto artesanal, quando incentivávamos que vitrinistas usassem o artesanato na decoração de suas vitrines, os produtores teatrais usassem componentes artesanais nas suas cenografias, governos dessem de presentes governamentais, artesanatos.

Foi uma forma de valorização do artesão.